A torrente de amor por Michael Jackson me fez lembrar quando a Britânica Princesa Diana morreu em 1997. Nós nunca vamos saber os detalhes íntimos de sua vida em erros, mas, apesar de seus pecados, algo sobre eles move-nos, faz-nos sentir como se fôssemos às suas viagens com eles. Esse é o poder das “estrelas”.
Os pensamentos sobre a princesa Diana e sobre Michael Jackson permanecerão nas lembranças de muitos, talvez se desbote com o passar do tempo, mas nunca desaparecerão.
O que me leva a pensar sobre, a figura histórica que chamamos de Jesus Cristo, homem e Deus. O que é que ele que durou mais de 2000 anos nos faz sentir em 2009? Ele ainda está aqui conosco, detendo-nos, amando-nos, curando-nos. Como ele faz isso? O que sobre Jesus Cristo é tão diferente?
Acho que essa força que criou o universo está concentrada nele, ele foi feito com um “amor-laser”, todas as células [?] brilhantes, irradiando puro amor. Eu sempre acreditei que esse tipo de amor incondicional é irresistível e é por isso que todos nós, finalmente, podemos ir à casa de Deus. Jesus Cristo é irresistível! O amor dele ainda brilha! Não se pode não amá-lo, não se pode não amar sua voz, não se pode não amar seu toque, seu olhar, o seu sorriso, a mão estendida para nós, chamando-nos povo seu.
Não sei se as coisas como as guerras criadas em seu nome, o homicídio, o ódio e a intolerância, o abuso, o racismo, a ganância e o desrespeito pelos outros, faze-o chorar, ou se o faz, simplesmente, esperar pacientemente que aja uma reação oposta do seu verdadeiro povo. Será que devemos praticar o que Ele pregou? Ah, sim, devemos. Não importa o nosso passado, não devemos deixar de fazer mesmo, o que devemos fazer é olhar para dentro e aceitar a mão do homem – Deus que é a luz. Superstar.
